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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Ansiedade Mode On!

Se eu dependesse, exclusivamente, da minha vontade e, até quem sabe, ansiedade, meu casamento seria algo totalmente descoordenado. Não teria paleta de cores, não teria cores coordenadas e identidade visual. Mas respiro fundo e imagino ser a única vez que viverei esse momento e, portanto, posso caminhar vagarosamente e escolher os detalhes, assim, como se eu não tivesse me coçando de ansiedade e acreditando que não dará tempo!

Posso estar em um momento de pura ansiedade, mas a questão é que tudo que se fecha antes dá a oportunidade de segurar o preço, dividir em mais vezes e conseqüentemente pesar menos no bolso e principalmente me garante tempo hábil para decisões, afinal, tenho semanas e meses que tenho tranqüilidade e tempo, em outros, não consigo respirar e meu receio e encontrar esse tumulto por deixar as resoluções para os 45’ do segundo tempo!
[respira!]
A Cerimonial me ajuda, me indica fornecedores, mas por email tudo fica mais complicado. Quero conversar pessoalmente, quero delimitar um tempo máximo para eu resolver cada detalhe e se possível, deixar a maior parte deles encaminhado. Daqui pra frente tem que resolver detalhes e os dois itens que mais me consomem e me enlouquecem são da paleta de cores e da identidade visual do casamento. Quero monograma? Quero arabescos?
Aliás, creio que o x da questão é mais alto. Qual estilo de casamento quero?
Céus, qual casamento que quero???
Vou lá pensar e volto já!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

As idas e vindas do tempo...

Sempre me achei menina, moça, mas nunca mulher. Dependia financeiramente dos meus pais. Depois, quando me livrei da dependência financeira, continuei com a dependência emocional. Ou uma coisa ou outra controlava minha vida e quando se depende de alguém a vida, ainda, não é 100% sua. As escolhas não são 100% suas. E isso é um enclausuramento sem tamanho. É como não ter vontades, é como ter que reprimí-las, é como ter que abdicar dos preceitos que se acredita. Filosófico, mas é!

A dependência emocional me levava a não dirigir. Paura, pavor, medo, crises de ansiedade não me deixavam pegar o carro por ai e sair guiando minha vida. É como se isso não fosse para mim. Que eu não conseguisse guiar minha vida, apenas decidindo por mim mesma. 

O mais complicado disso tudo era assumir que eu PRECISAVA resolver tudo isso. Eu preciso dirigir por causa da minha vida profissional e depender sempre estava ficando fora de cogitação, estava ficando fora do controle. Até que sexta-feira, ainda com uma grande parcela de medo, peguei o carro e fui dirigindo até meu trabalho, a 05 minutos da minha casa, mas os 05 minutos que mais em mim, comigo, parcera de mim mesmo fiquei.

Me dei forças, me ajudei, me acalmei e cheguei dirigindo sozinha. Ainda com vontade de chorar, ansiosa (pensando no caminho da volta), ainda com medo e mais um monte de sentimentos. Também tinha vontade de ligar para todo mundo e dizer que tava dirigindo sozinha. Sim, fiz sozinha. Fui sozinha, sou sozinha!

Amanhã faz 1 semana que resolvi ser melhor. Que resolvi melhorar. Que resolvi ser dona da minha própria história. Que resolvi ser liberta, solta, sozinha. Vou pelo caminho que quero, fico quieta quando tenho vontade, ouço música quando to afim, fico comigo.

Além de ser melhor, grande resolução essa, resolvi ser gente grande. Ser mulher, ser madura, crescer. Resolvi que quero ser livre. Quero voar, quero decidir, quero ir para onde eu quiser, quando eu tiver vontade e essa sensação nada paga!