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domingo, 18 de março de 2012

São 06 anos!

Era uma vez... assim mesmo que o tempo começa a ser preciso. Para falar a verdade não sei precisar quando o tempo começou a contar, mas sei que foi de repente. Foi assim!

Foi assim que começou a minha história de conto de fadas. Foi assim que todo história começa e a minha não foi diferente e foi lá em 2005. Poxa!
Eu tava no primeiro ano da faculdade. E ele, também. Aliás, estávamos na mesma sala. No mesmo curso. Mas nada disso importa, porque a verdade é que o tempo ficou preciso e pontual no começo de 2006. Sei que é começo, não sei o mês. Sei que se tornou real em março de 2006 e desde então a história ganhou novas cores e contornos.
Eu dei moral pra ele. Ele demorou para entender.
Eu deixei claro que queria ficar com ele. Ele foi tímido.
Eu aceitei o convite para ir ao cinema. Ele me beijou.
Eu continuei investindo. Ele aceitou.
E como uma prosa a nossa história começou a ficar séria. Lá por novembro do mesmo ano foi que eu escutei: Minha namorada! Foi depois disso que tudo ficou mais forte, fora da Faculdade. Foi depois disso que ele me disse que queria se casar comigo. Mas, fomos vivendo.
A faculdade terminou e namoramos inacreditavelmente 2 anos até nossa formatura. Dançamos valsa. Fechamos uma etapa. Começamos a falar em casar, agora um pouco mais firme na idéia.
Fomos fazer especialização. Entramos no mercado de trabalho. Fomos ver preço de apartamento e nos decepcionamos. Não cabia, era caro. Brigamos. Continuamos vivendo!
E assim, como em qualquer domingo ele me acorda e diz: vamos ver um apartamento. Convite aceito. Apartamento comprado. Parcelas a serem pagas e o casamento ficou mais perto.
E em Dezembro de 2010- 4 anos e 09 meses depois- com muitas idas e vindas no assunto noivado. Muita data remarcada. Enfim o pedido oficial: Quer casar comigo? E assim com bênçãos, com chuva, com família, com amigos, com alegria que ficou real e verdadeiro. Que virou o conto de fadas com o principie que antes de ser perfeito e longe de ser é Encantador.
É uma pessoa que realmente me encanta. Tem um coração do tamanho do mundo. Tem senso de humor e bom humor. Tem carinho. Tem tranqüilidade e é calmaria em meio a tempestade, mas quando precisa é furacão na calmaria. É assim. É ele.
É com ele, porque só faz sentido se for assim. Tem que ser com ele, porque quero passar o restante da minha vida ao lado dele e se isso fizer sentido, que seja na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença. Todos os dias de nossas vidas!
E com essa certeza é que hoje comemoramos o último aniversário de namoro. Porque no próximo 18 de março, lá em 2013 será uma data para lembrar, mas o cronômetro ganhará mais uma virgula na história da nossa vida. Porque lá em Dezembro, começaremos uma nova contagem.
São 06 anos de namoro. São muitas histórias. São infinitos momentos. E quer saber do que mais? Nem parece.
Feliz 06 anos, amor. Que seja assim: eterno, intenso!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Caso esse ano!

Meia noite. Primeira pessoa que beijo é o noivo. E isso não é óbvio, porque com família grande nem sempre ele é o primeiro, mas sempre é o mais esperado! Enfim... Beijei, comemorei, desejei, lembrei: casamos esse ano!

Todo mundo que me abraçava lembrava que esse é o ano do casório. Todo mundo desejou um ano lindo. Todo mundo disse que tá chegando!  E eu só conseguia dizer: caso esse ano! Atendi o telefone de uma amiga/irmã com a mesma frase, gritada, em meio ao barulho, aos fogos e aos copos de espumante.
Caso esse ano!
Que 2012 seja uma explosão. Que assim seja! Vamos 2012!
Agora com licença que vou lá almoçar churrasco na casa da Vó. =)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Os Natais da minha vida!


Imagem do Google
Os Natais, quando eu era criança, sempre foram muito animados. Tinha Papai Noel, espera na calçada, pedacinhos de barba pela casa, cartinha e presentes. Era uma ansiedade sem fim esperar amanhecer o dia 25 para poder brincar o dia todo com o novo presente.
Lembro-me de alguns Natais, quando ganhei minhas bonecas, meu patins. Lembro-me da alegria da surpresa, do presente embrulhado. Meu coração ainda suspira com essas lembranças!
Mas, fui crescendo. O encanto, como deve de ser, passou! E o Natal deixou de ser Papai Noel, presentes surpresas. Não sei em que momento da minha história  que o Natal começou a ser triste. Um ar melancolia envolvia e eu só conseguia pensar no dia 25, onde sim, era feliz. Onde tinha o Roberto Carlos na televisão!
A melancolia durou anos. Perdurou mesmo. E só perdeu esse ar quando comecei a passar com o noivo. Passar os Natais com ele foi me livrar da melancolia. Foi ter Natais felizes. Regado a muita champanhe, risadas no carro na volta e ficar juntinho no dia 25.
O fato é que esse ano o Natal e até o Ano Novo estão melancólicos. O quadro de saúde da minha avó piorou, não tem mais noite de Natal com ela. Não tem mais presépio iluminado e nem árvore grande de Natal. Não tem mais presente de Vó e nem Vó tão presente. O Natal continua sendo Natal, o que muda é a forma com que vivenciaremos esse dia.
Enfim... que o Natal desse ano continue ganhando a fama de feliz. Que eu possa viver mais Natais felizes e que no dia 25 eu tenha a oportunidade de poder passar mais um Natal com a minha avó e que Deus me conceda essa chance por anos a fio.