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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Chuva de bençãos!

Creio que a somatória de dedicação e responsabilidade resultam o reconhecimento e que conseqüentemente essa equação gera sucesso. Claro! Pois o reconhecimento é a avaliação crítica de um trabalho que se propôs a fazer. Posso até dizer que reconhecimento é a resposta verdadeira de que a dedicação vale, e muito, a pena!
E vamos combinar, um dos combustíveis do bom trabalho é o reconhecimento. Um desempenho reconhecido gera gás para melhorar e continuar caminhando. Pois bem, essa semana tive dois grandes momentos de reconhecimento da minha trajetória profissional e principalmente da dedicação que exerço no meu trabalho e, principalmente, naquilo que me proponho a fazer!
Começo a semana recebendo um email fantástico da Unimed chamando para assinatura do contrato de prestação de serviços em Terapia Ocupacional. Céus, tem coisa melhor do que fazer parte do convênio onde os profissionais que eu mais admiro fazem parte? Foi um longo processo que com a assinatura do contrato quase se finda, faltando apenas o treinamento. Muitos vivas no começo da semana.
Termino a semana com um email da franqueadora (sim, minha empresa é uma franquia) pedindo autorização para fazer o uso da minha imagem a nível nacional, pois fui uma franqueada de sucesso nesse ano de 2011. Como assim? Aceito na hora, permito sim. Pois é o reconhecimento do bom trabalho que enlouquece para fazer e prestar.
E quer saber do que mais? Eu não consigo inflar meu ego. Mas consigo, desde o começo da semana agradecer incansavelmente a Deus, pela oportunidade e, principalmente, pela possibilidade de poder ser melhor a cada dia. Porque creiam, quem cresce a cada dia nesse contato com cuidadores, clientes, pacientes, familiares, sou eu. Tenho certeza de que hoje eu sou um ser humano muito melhor do que a tempos atrás. Também tenho certeza de que eu, ainda posso, ajudar muita, mais muita gente e que esse é o meu papel e objetivo no mundo que vivo e na profissão que felizmente escolhi.
Novamente, obrigada Meu Deus pela chuva de bênçãos!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Passeio a trabalho!

São Paulo é uma cidade cheia de opções culturais, artísticas e turísticas! Confesso me muito me atrai a quantidade de opções para divertimento, mas me cansa muito o tempo gasto no trânsito e em deslocamento.  Alias, isso me irrita e muito, pois acostumei no interior a acordar não muito antes de ir pro trabalho e sair de casa 05min antes do horário e, olha, dá tempo!

Pois bem, minha profissão me permite trabalhar e passear algumas, poucas, vezes no ano. Ano passado foi para Águas de Lindóia e Monte Sião e esse ano foi para SP: Mercadão Municipal e 25 de Março. Afinal esses dois pontos são realmente pertinhos um do outro, como eu sequer imaginava.
E eu, como boa interiorana, não conhecia esses pontos da Capital, alias, conhece bem poucos. Descemos na frente do Mercadão e como o dia colaborou nossa ida a 25 foi bem tranqüila e pouco calorenta. O tempo tava bom e tinha pouca, em comparação a outros dias, gente passeando por lá. Deu tempo tranqüilo de andar, andar e andar mais um pouco. Mas céus, meus pés, não são preparados para tanto.
Já sabíamos que o almoço seria no Mercadão, mas em nenhum momento eu me arrisquei a comer o (big) lanche de mortadela. O que? Eu teria que voltar o interior! Independente, o pastel de queijo de lá é, também, uma belezinha de delícia. Comi facinho e comeria outro nesse exato momento! Hmmmm....
Isso já passava da hora do almoço e meu pobre corpinho sedentário não agüentou muitos bordejos pelo mercadão. #fato. Acabei experimentando algumas frutas em uma banca e descansando meus cansados pés por algum tempo.  Fiquei lá, sentadinha, observando os vitrais do Mercadão, a imensidão daquele mercado e a quantidade de frutas deliciosas que vendem lá. Aliás, frutas selecionadas é o foco do mercadão, são de altíssima qualidade e deliciosas de degustar. Dá vontade de comer e levar tudo!
Ah, Mercadão. Ah, pastel de queijo. Te quero de novo!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A melhor Terapia!

Sou Terapeuta Ocupacional e já citei isso em algum momento. Sou por amor, paixão ardente. Amo ser TO, amo pensar o ser humano como um ser ocupacional.  Preparo atividades, fico lendo muito sobre a profissão e reflito diariamente sobre o impacto da doença no desempenho satisfatório das ocupações de cada indivíduo.

Atendo uma linda e simpática criança. Uma menina que teve Paralisia Cerebral e por isso processamento cerebral dela é diferente do nosso e meu papel como TO é ser a catalisadora das vontades dela, é auxiliar para que ela se torne, cada dia mais, independente, é favorecer o lúdico, enfim, meu papel é grandioso.

Hoje foi dia de atendê-la. Como faço semanalmente, 2x por semana. Mas, o atendimento de hoje foi a melhor terapia que já consegui fazer com ela.

Pensei em fazer um bolo fictício, mas que ela entendesse que é um bolo, era preciso que os ingredientes fossem os mesmos do bolo de verdade. Mas, também, como atendo em uma clínica, assar o bolo não daria, então não daria para juntar todos os ingredientes e perdê-los. Ok, leve farinha de trigo, peguei água e umas frutas de plástico, daquelas que se colocadas no congelador viram gelo. Mas, combinei com a mãe dela que em casa vão fazer o bolo de verdade!

Comecei a terapia com estimulação sensorial, tátil, apenas no trigo. Depois acrescentei água, frutas e quanto vi já tinha feito aquela lambança com a massa, usando as mãos. Não contente, coloquei o pé dela na mistura e ai sim foi massa pela sala inteira.

Eu ouvi minha paciente gritando, rindo, tagarelando. Perguntei diversas vezes se ela estava gostando e da sua maneira ela dizia que sim. 

Ao fim do atendimento, ela estava suja, eu estava zuada e a fisio foi a menos ilesa e ficou com poucas marcas.

Terminamos no banheiro da clinica, dando banho nela. Ela gritando e ainda conversando muito. Eu feliz da vida e com a certeza de que foi a melhor terapia.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Deficientes em pauta

Sou graduada em Terapia Ocupacional e pós graduada em Neurologia infantil. Sempre fui apaixonada pela minha profissão. Sempre amei o que escolhi para fazer e tenho a certeza dessa escolha e dos benefícios que trazemos aqueles que atendemos.

Durante a graduação passamos por diversos laboratórios de vivências, como o próprio nome diz, são vivências práticas de diversas situações que vão desde o trabalho com teatro, artes expressivas, costura indo para as atividades lúdicas, como brincar mesmo e até viver como uma pessoa deficiente. Andamos de cadeira de rodas, fazemos atividades com olhos vendados e sem o auxílio do membro superior predominante.

Com esses laboratórios aprendemos diversas coisas. Lembro-me em um dia, “passeando” de cadeira de rodas pelo campus, um leve decline, ao lado carros estacionados e eu guiando minha cadeira de rodas. Quando me deparo com o fato de não conseguir brecá-la e dou de frente com um fusca no meio fio. Por sorte cada aluno tinha um tutor e o meu me segurou para evitar uma colisão maior, mas também não evitou, para ajudar no aprendizado.

Parece pouco? Parece sem sentido? Mas não é.
Como posso orientar, intervir, atuar com uma deficiência se não vivenciei um laboratório e não sei qual a real dificuldade? Se não vivenciei as barreiras arquitetônicas? Se não sei como fazer transferência de uma cadeira de rodas para uma cama ou vaso sanitário?

A vivência, segura, é indispensável para a prática consciência! Fato! E hoje somos profissionais mais bem formados por sabermos o que limite, real, nas atividades do cotidiano e no desempenho das ocupações.

Entretanto, nossa prática (de vivência e profissional) não é suficiente quando as barreiras arquitetônicas são maiores e limitam o desempenho daquele que tem condições para ser autônomo. Barreiras arquitetônicas mais comuns são: calçada sem guia rebaixada. Bancos com escada e sem elevador. Barreiras sem assento elevado, barras laterais, torneiras com alavancas. Telefones e cardápios sem a linguagem em braile. E por ai vai... são muitas!

Por isso, diante de saber de todas as dificuldades e de ver o pouco que se faz por essa fatia da população, que hoje estou atentamente assistindo o programa A Liga, da Band, que traz exatamente essa temática e tem todo o potencial para atingir as pessoas certas para mudar esse cenário.

segunda-feira, 21 de março de 2011

O meu começo

Eu sempre gostei de escrever, isso não é novidade. Quando adolescente tive diário, agenda, alias, quem não teve, não é mesmo? Mas escrever sempre foi mais que isso, não não sou jornalista, mas escrever é uma forma de guardar mesmo o dia a dia do passado, por isso gosto de mandar emails, sms, anotar na agenda de compromissos, como forma de relembrar os dias que se passaram.

A vontade de escrever tem aumentado desde que comecei a ter um caderno para escrever as idéias que tenho pro meu casamento. Eram tantas que foram parar todas em um caderninho, pequeno, que levo onde quero. neles tem idéias, cartões de fornecedores, telefones, e mais um monte de informações para quando eu precisar. Tenho curtido cada página desse caderno. Cada linha. Curto abrir nas idéias e ficar olhando e pensando em novas. Um dia elas se tornaram realidade. Eu creio!

A vontade de escrever só aumenta quando começo a analisar minha rotina, minha vida profissional. Meus dilemas modernos: quero casar, quero ter filhos, quero trabalhar muito, quero ter sucesso e, principalmente, não quero abrir mão de nada para ter tudo. Que coisa, não? E escrever foi o meio de organizar as idéias. Álias, escrever organiza as idéias, os sentimentos e principalmente a rotina. Fato! Fazer tabela com tudo que faz no dia a dia é uma forma de visualizar o seu dia, atribuições e tempo destinado para cada atividade. #ficadica de Terapeuta ocupacional.

Que a vontade de escrever cresça. Que os preparativos para o casamento corram e que os dilemas se resolvam. Assim eu espero! =)